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Esperança (Jocimar Pereira)

Na cidade de Geseke na Alemanha 1945 era o ano Final da segunda guerra mundial Tempos de dificuldade e fatal Deus traçava um grande plano O projeto era grandioso E de um grande precisava Para garantia do plano Nascem envoltos com pano Duas vidas nesse dia gerava Duas mentes dois corpos iguais Dois corações e um sentimento Hans e Paul Stepaul nasceram Franz e Else acolheram Seus filhos e filhos do vento Do vento que um dia Os fariam vôos levantar Deus com os planos traçados Hans e Paul sendo preparados Para vôos mais longos alçar Para servir à Igreja de Cristo Sacerdotes do Senhor ordenados Os ventos celestes os conduziram Início da década de 70 partiram Ao Brasil Frei Hans enviado Dotados de um Bom Espírito Atitudes de Partilha e Caridade Pousando em Guaratinguetá Logo vem o despertar, Nos excluídos a necessidade Necessidade de acolhida De Jovens à margem, rejeitados Acolhem um grupo de dependentes Alegres, felizes e contentes Para o cuidado com o ou...

E se o tempo voltasse (Jocimar Pereira)

Hoje parei pra pensar Sobre o tempo meditar  O tempo me fascina Ao tempo que me ensina Minha mente vasculhar Parece que ela, minha mente Sente prazer em o tempo investigar Isso às vezes fatiga Parece cutucar uma ferida Causa na cabeça um borbulhar A mente parece ferver Nessa busca, na procura Uma palavra que não completa Uma frase que sai da reta Minha cabeça, fervura E se o tempo voltasse? Lá vem o questionamento E assim vou escrevendo Uma resposta querendo E a poesia vai nascendo E se o tempo voltasse? Seria bom ou ruim? Meus neurônios trabalhando  Uma resposta buscando Porque tem que ser assim? Mas, já que assim Então vamos pensar Penso que não seria bom Tocar a canção nesse tom O tempo não deve voltar Seria fácil demais Ninguém teria medo de errar Uma bagunça danada Sem contramão na estrada Sem mão, sem não... Sem voltar Voltar no tempo permitiria Todo erro consertar Não seria preciso aprender Voltava e corrigia você  Ninguém precisava ensinar Se o tempo voltasse atra...

Palmatória (Jocimar Pereira)

 Dos meus filhos  Para cá As atitudes  Começaram a mudar Mas..., eles ainda provaram  Da CARRANCA ESCOLAR  Caras feias e CARRANCUDAS Tinham a missão de ensinar Aprender era obrigação  E quem não sabia a lição  Na chibata ia entrar Palmatória era o método Que a "Professora" usava A tabuada era o terror Alegria do Professor Que a pequena mão maltratava Quanta maldade de quem O filho os pais confiavam A mão da pequena criança  Batia cortando esperança  Com alegria e prazer maltratavam O tempo passou, mudou E se tornou precussor Uma nova mentalidade De uma educação de verdade Um novo professor  Escutar, dialogar A velha Palmatória guardar  Entender que é pra ensinar Com paciência aprender Não sabe, como não soube você  Aprendizado é eterno Sabendo ninguém vai nascer Sem paciência pra ensinar Busca um outro lugar Ser Professor, não é pra você  Aprendizado é eterno É eterno o aprendizar Se não quer aprender Não pode ensinar Escu...

Interrogar (Jocimar Pereira)

 As perguntas movem o mundo Vivemos um constante buscar E nessa busca constante Mudamos a cada instante Vivemos a interrogar Não dominamos o tempo Não sabemos como será  O minuto seguinte não vemos Uma hora à frente não sabemos Precisamos continuar Seguindo sempre em frente Com destino ao futuro Caminhamos para o encontrar Perguntando como será? Esperando que não seja duro Como será o amanhã  Responda quem souber Diz a bonita canção  Mais uma interrogação  Quem acredita se eu disser? Se eu fizer diferente O amanhã posso mudar Uma atitude ousada Muda o curso da caminhada Eu ofereço e a vida me dá As respostas eu não tenho A certeza não posso dar Mas se a lógica eu seguir Não chorar e fazer sorrir Algo de bom vou encontrar A resposta que procuro Na lei do retorno posso ter Eu recebo o que ofereço  Eu decido e pago o preço  Depende do meu escolher Perguntar é uma atitude De uma pessoa prudente Perguntar antes de agir Ajuda a melhor decidir O amanhã da gen...

Lázaro - O Chamado (Jocimar Pereira)

 Minha homenagem ao Padre Lázaro pelos seus 25 anos de Ordenação Sacerdotal. Lázaro, vem para fora Este deve ter sido o teu chamado O próprio Jesus O Mestre que te conduz Para Sua Igreja um achado Lázaro, vem para fora  Chamou Jesus um irmão  E dele nasceu um Sacerdote Cheio da Palavra que conforte Penetra fundo no coração  Lázaro, vem para fora Porque quero te enviar Serás um viajante Pelo mundo caminhante Almas para mim resgatar  Lázaro tu morrerás  Para uma vida nova ressuscitar  Te enviarei a muitos lugares Viveras em muitos lares Pelo mundo andará  Lázaro, vem para fora  Pois um dia vou te enviar A uma Cidade acolhedora Com gente amiga e protetora Chamada Coroatá  Irás para uma Fazenda Cheia de gente carente Excluída, rejeitada,  Sem vida, desanimada, Tudo Lázaro, gente da gente Eu estarei neles, Lázaro  E através de mim, eles em ti Serão teus irmãos  Unidos em oração  O céu estará ali O teu coração, Lázaro ...

As Luzes do Natal (Jocimar Pereira)

 As luzes de Natal foram acesas O coração se enche de esperança  De ver "Minha Terra" alegre e contente Alegrando a vida da nossa gente Sorriso sincero igual de criança  As luzes do Natal acesas O nosso sonho iluminando Dias melhores a esperar É preciso acreditar Que um novo tempo tá chegando O futuro não é distante O futuro é aquí As luzes do Natal brilhando A esperança renovando Da "Minha Terra" não quero sair O futuro não é distante O futuro é agora  De quem no passado sonhou O futuro é tempo que chegou Sonhado num tempo de outrora As luzes do Natal brilhando Brilha na mente, na imaginação  Aquilo que pode ser feito Nem tudo será perfeito Fazer a parte, quem tem a missão  O brilho da luz do Natal Abre um leque de oportunidade De os olhos fazer brilhar Quem pra "Minha Terra" olhar Quão bela e bonita cidade No sonho de Poeta Poeta é um sonhador As luzes da Esperança  No sonho de criança  Deixar brilhar eu vou E no final de mais um ciclo Quando o ...

Eu e a Mente (Jocimar Pereira)

A noite chegou O corpo cansou A Força quase acabou É preciso descansar A energia restaurar Porque amanhã Um novo dia vai acordar Será? O corpo deitou A mente não desligou É preciso esperar, ela viajar P asso a passo por todo lugar Onde o corpo andou A mente vai processando Cada movimento interessante Descartando o que não serve Tanta informação que, ferve Passado, presente, futuro distante Corpo parado e a mente operante É preciso desacelerar Um exercício, um canto, um refrigério Pra acalmar esse grande mistério Minha mente eu preciso domar Trazer ela para meu controle Caso contrário, vai me controlar Mente solta, corpo doente Autodomínio controle do subconsciente Caso contrário não vai desligar O corpo relaxado, a mente quase parando Respiração acalmando, olhos pesando E agora está entregue Corpo parado, inerte Mente acordada, sonhando O que é isso em mim Muitas vezes sem controlar Quando me dou conta o pensamento Ligeiro como o vento Não é o que...